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Qual o costume do brasileiro em relação a serviços móveis?

Como o brasileiro em geral faz uso de serviços móveis de mensagens, como WhatsApp? Como o propósito de responder a esse questionamento, a Infobip, empresa que detém uma plataforma própria de mensagem, patrocinou o estudo “Panorama da Mensageria no Brasil”. Divulgada em março, a pesquisa foi realizada em conjunto por Mobile Time e Opinion Box. Para dar base ao material analítico, 1.914 internautas brasileiros foram entrevistados sobre o assunto.

Um dos pontos destacados pela equipe responsável pela pesquisa foi constatar que para a maioria dos usuários do WhatsApp o aplicativo é mais importante do que meios tradicionais de comunicação. Dos entrevistados, 69% garantiram que passam mais tempo trocando mensagens no app do que assistindo programas de televisão, ouvindo atrações de rádio ou lendo jornais e revistas. Ainda sobre o WhatsApp, o estudo aponta que as chamadas de voz do serviço são usadas por dois terços do público — sendo que a metade indicou usar o recurso com mais frequência dos que os pacotes de minutos de ligações oferecidos por operadoras de celular.

Coordenador responsável pelo desenvolvimento e aplicação da “Panorama da Mensageria no Brasil”, Fernando Paiva avalia que os resultados mostram que os chamados apps de mensagens estão cada vez mais inseridos no cotidiano do brasileiro que não abre mão de seu aparelho celular. Ele estima que as ferramentas devem seguir exemplos de fora do país – passando a servir para outros meios. “Os aplicativos de mensagem instantânea estão entre os mais utilizados pelos usuários de smartphones no dia a dia. No futuro eles concentrarão várias outras aplicações, como compras, solicitação de serviços, envio de dinheiro etc, como já acontece na Ásia”, comenta o executivo.

Paiva pontuou, ainda, que parceria entre as três empresas – Infobip, Mobile Time e Opinion Box – deve seguir de forma rotineira. O executivo indica que um novo levantamento sobre o setor de serviços móveis deve ser realizada a cada semestre. “Por isso, achamos importante uma pesquisa que a cada seis meses monitora a utilização desses aplicativos. Dessa forma, ao longo do tempo podemos identificar as tendências para essas ferramentas”, disse o coordenador no momento em que a pesquisa foi divulgada à imprensa.

Serviços móveis além do WhatsApp

O short message service também mereceu destaque na pesquisa “Panorama da Mensageria no Brasil”. Os entrevistados falaram sobre envio e recebimento de mensagens via SMS (sigla pela qual o formato é mundialmente conhecido). A maioria do público informou que recebe ao menos algum tipo de SMS “todos os dias ou quase todo dia”. Por outro lado, mais de 40% dos respondentes contaram que “nunca ou quase nunca” enviam SMS para nenhum de seus contatos. O número dá a entender que boa parte dos SMS é disparada por empresas.

Por falar em empresas, 76% dos usuários do WhatsApp revelaram que gostariam de usar o aplicativo para conseguir conversar com marcas/companhias. O dado é importante, uma vez que a pesquisa demonstra que quase dos terços dos internautas brasileiros não usam nenhum outro aplicativo de comunicação instantânea que não seja WhatsApp, Facebook Messenger e Telegram.

Crescimento e queda

Comparando com os resultados de 2016, a quantidade de usuários ativos do WhatsApp no Brasil cresceu mais de três pontos percentuais, indo de 89,5% para 92,7%. O Facebook Messenger, entretanto, registrou queda considerável: foi de 57,9% para 46,5%. “Para a Infobip, é um privilégio contribuir com esse trabalho. O Panorama da Mensageria é uma ferramenta importante para mensurar nosso mercado, pois reúne as principais informações sobre o comportamento dos usuários em torno da comunicação móvel”, afirma o diretor de vendas da Infobip para a América Latina, Yuri Fiaschi.

A pesquisa “Panorama da Mensageria no Brasil” está disponível na web. Para baixar o relatório, é necessário clicar aqui.

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