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Revista vinculada a ministério culpa edição por afirmar que Serra estava "aparentemente morto"


Depois de afirmar, em seu site, que o ex-presidenciável José Serra estava “aparentemente morto”, a direção da Revista de História declarou nesta quarta-feira, 1º, que a publicação do artigo "O jornalismo não morreu" foi um grande erro. A publicação é vinculada ao Ministério da Cultura.

Segundo nota divulgada pela revista, “todos os conteúdos dos sites são avaliados internamente pelos editores, fato que não ocorreu com este artigo”. Os responsáveis pelo veículo pediram desculpas aos que se sentiram ofendidos e retiraram o artigo do site.

A nota divulgada pela Revista de História ainda afirma que a publicação não defende quaisquer posições político-partidárias, e que o conteúdo é um posicionamento pessoal do autor do artigo. "Não temos qualquer responsabilidade pelos textos publicados, apenas participamos fornecendo material de pesquisa e iconografia para a revista", diz.

A presidente Dilma Rousseff e ministra da Cultura, Ana de Hollanda, constam como conselheiras da revista.

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Revista afirma que José Serra não está mais "aparentemente morto" para a política.
(Imagem: Divulgação)






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