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Jornalistas da RBS são homenageados em cerimônia religiosa

Dor e emoção marcaram a cerimônia de despedida na Catedral Metropolitana de Florianópolis (Imagem: Miriam Zomer/Agência AL)

Rony Ramos – Rádio AL de Santa Catarina

Eram exatamente nove horas da manhã deste sábado, 3, quando os sinos da Catedral Metropolitana de Florianópolis anunciavam a chegada do cortejo fúnebre com corpos dos cinco jornalistas do Grupo RBS mortos no acidente com o voo da Chapecoense, na madrugada da última terça-feira, próximo a Medellín, na Colômbia.

Os corpos de André Luiz Goulart Podiacki, Bruno Mauri da Silva, Djalma Araujo Neto, Giovane Klein Victória e Laion Machado de Espíndula foram conduzidos para o Brasil na noite de ontem, em um voo fretado, por volta das 22h no horário de Brasília. Depois de uma escala no Rio de Janeiro, chegaram a Florianópolis às sete da manhã.

O velório coletivo foi seguido de uma missa presidida pelo arcebispo da Capital, Dom Wilson Jönck, com a presença de familiares e dezenas de profissionais de imprensa da Grande Florianópolis.

O jornalista Alisson Francisco, da RBS TV, falou da tristeza pela perda dos colegas do trabalho. “A história deles está feita. Tive o privilégio de conviver com todos eles. Tenho certeza de que todos eles estavam felizes por participar desse momento tão importante para o futebol de Santa Catarina. Cabe a nós agora seguir todos esses exemplos deles”.

A cerimônia na Catedral de Florianópolis seguiu até o meio dia, quando os corpos foram encaminhados para velórios particulares das famílias em cemitérios da Capital, e de Palhoça. E também na Terra de Areia e em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Os sepultamentos dos jornalistas estão agendados para a tarde deste sábado e domingo.

O arcebispo Dom Wilson falou aos familiares e amigos das vítimas. “O momento é de tristeza e de dor. Mas nesses momentos aparecem coisas de dentro do ser humano e que não aparecem em outros momentos. O que há de mais importante e construtivo: solidariedade e união. Há alguma coisa que ultrapassa a dor e que podemos aprender”.

Entre abraços de conforto e lágrimas de despedida, o som das palmas de homenagens encheu a catedral de Florianópolis no adeus a cinco, dos 22 jornalistas mortos na tragédia da Chapecoense na Colômbia.

*Texto publicado originalmente no site agenciaal.alesc.sc.gov.br.

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