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Cuidados precisam ser redobrados para evitar a disseminação do coronavírus nas escolas

Com a iminente volta às aulas presenciais, é preciso manter os cuidados para evitar contaminações e maximizar a segurança dos alunos, professores, outros profissionais da educação e famílias

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São Paulo – SP 27/8/2021 – É preciso sempre reforçar e lembrar que, apesar do cenário de infecções e óbitos estar mais brando, os riscos ainda estão presentes.

Com a iminente volta às aulas presenciais, é preciso manter os cuidados para evitar contaminações e maximizar a segurança dos alunos, professores, outros profissionais da educação e famílias

A volta às aulas tem sido um período de aflição para muitos pais e responsáveis de crianças. Devido à pandemia, uma das medidas para contenção da transmissão do coronavírus foi o fechamento das escolas. Com isso, as famílias tiveram de se adaptar à rotina do trabalho remoto com as crianças em casa, criando novas atividades de entretenimento e incentivo ao desenvolvimento infantil, como a leitura em família, que contou com o apoio dos clubes de leitura infantil. Agora, com o avanço na vacinação e diminuição de casos, o retorno gradual (com o ensino híbrido, por exemplo) já está acontecendo há alguns meses.

No entanto, mandar os pequenos para a escola exige cuidados especiais. A volta às aulas presenciais é planejada para que seja segura para os alunos, corpo técnico e também para as famílias das crianças. Além de ser um local de aprendizado, a escola também é importante para o desenvolvimento social e emocional das crianças. Portanto, manter a criançada em casa tem impactos mais profundos. Como ocorreu a decisão de volta às aulas?

A decisão de voltar às aulas presenciais foi tomada após serem atendidas uma série de medidas. Segundo o Ministério da Saúde, os profissionais de educação foram priorizados na vacinação e mais de 3,2 milhões de profissionais da educação básica já receberam ao menos a primeira dose. Além da aceleração na vacinação, o Ministério também exige que as escolas sigam todos os protocolos de segurança. Dessa maneira, todos os profissionais que atuam no ambiente escolar precisam ser vacinados e capacitados para que cumpram todas as recomendações.

Quais os cuidados exigidos para que as crianças voltem às aulas?

As escolas precisam ter todo o preparo para que os estudantes sejam recebidos em segurança. A partir disso, as instituições de ensino devem seguir as orientações para um retorno seguro, e entre as medidas exigidas estão:

  • Uso de máscaras por alunos e toda a equipe de profissionais da escola;
  • Evitar o uso de áreas comuns da escola, como quadras, pátios, biblioteca e parquinhos (com exceção da prática de educação física, mas os professores devem optar por atividades individuais ou ao ar livre);
  • Trocar as máscaras a cada 3 horas de uso ou quando estiverem úmidas e sujas;
  • Fazer as refeições em sala de aula e não utilizar o refeitório;
  • Evitar usar materiais coletivos e suspender a utilização de armários compartilhados;
  • Evitar a entrada de outras pessoas nas escolas e a realização de programas ou eventos escolares;
  • Preferir o uso de garrafas de água individuais para que os alunos evitem compartilhar o bebedouro ou copos;
  • Intensificar a limpeza e desinfecção dos espaços escolares;
  • Uso de protetores faciais pelos profissionais de educação;
  • Manter o distanciamento por meio de marcações no chão dentro e fora de sala de aula, respeitando o limite de 1,5 m;
  • Deixar os ambientes mais ventilados e escalonar os horários de entrada, saída e intervalo dos estudantes para não gerar aglomerações;
  • Medir a temperatura de alunos e profissionais logo na entrada da escola;
  • Intensificar a higienização das mãos com álcool em gel e manter pias com água corrente e sabão;
  • Criar orientações especiais para pais surdos ou com algum outro tipo de comprometimento;
  • Respeitar o rodízio de alunos a cada semana.


Quais as orientações para pais e responsáveis na volta às aulas?

Após um ano e meio de pandemia, muitas pessoas já se acostumaram com a nova rotina, inclusive as crianças. Então, a utilização de máscaras quando saem de casa já é um hábito diário. Nesse sentido, as famílias têm um papel muito importante nesse tão esperado retorno às aulas, pois as orientações também devem ser reforçadas pelos pais e responsáveis dos estudantes.

Muitas vezes, a animação para rever os amiguinhos na escola e o convívio no dia a dia pode fazer com que os pequenos se sintam mais seguros, o que pode levar ao aumento da exposição (como baixar a máscara, falar muito perto de outra pessoa etc.). Contudo, é preciso sempre reforçar e lembrar que, apesar do cenário de infecções e óbitos estar mais brando, os riscos ainda estão presentes.

Pensando em aumentar a segurança e conservar a saúde dos alunos, profissionais da saúde e da família, veja algumas orientações para evitar a contaminação na volta às aulas.

  • Além da máscara que o estudante vai para a escola, envie uma outra máscara limpa para que a criança faça a troca após 3 horas de uso ou quando necessário;
  • Ensine a criança como fazer a troca de máscara sem se contaminar e como guardar a máscara suja sem que ela entre em contato com outros objetos;
  • Antes de a criança ir para a escola, verificar se todos os objetos estão separados: máscara, saquinho para guardar a máscara usada, garrafinha de água, álcool em gel e outros materiais;
  • Estender a aplicação de álcool das mãos para os punhos e braços ao voltar do recreio;
  • Orientar os pequenos para evitar o empréstimo de materiais escolares.


Os impactos da pandemia na educação infantil

A pandemia de Covid-19 pegou o mundo inteiro de surpresa. De um dia para o outro, as pessoas precisam mudar completamente suas rotinas, inclusive as crianças. Nessa questão, muitos pais ficaram perdidos procurando soluções para cuidar dos pequenos naquele período do dia em que eles costumavam ir à escola. A UNICEF apresentou um estudo que mostra que as crianças de 6 a 10 anos são as mais afetadas pela exclusão escolar na pandemia. A pesquisa avaliou que cerca de 5 milhões de crianças não tiveram acesso à educação, com números de novembro de 2020. Esse é um problema que afeta todas as fases de aprendizagem, desde a alfabetização até o ensino médio. Portanto, a pandemia atrasou os estudos de muitas crianças.

Além do retorno às aulas e a outras atividades, as crianças também podem passar mais tempo para desenvolver seu gosto pela leitura de um jeito muito simples: recebendo kits com livros infantis escolhidos a dedo de acordo com sua faixa etária que contribuem para seu aprendizado, desenvolvem a empatia e expandem sua visão de mundo.

Website: https://quindim.com.br/

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