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Controle de umidade garante precisão dos autotestes de Covid-19

Após aprovação da comercialização pela Anvisa, as farmácias precisam buscar soluções para fazer o adequado armazenamento desses itens.

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São Paulo – SP 22/2/2022 – Quando for feito o acondicionamento de testes é importante que o ar esteja seco, para garantia de durabilidade do produto

Após aprovação da comercialização pela Anvisa, as farmácias precisam buscar soluções para fazer o adequado armazenamento desses itens.

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou no fim de janeiro o uso e a comercialização de autotestes para detecção de Covid-19 no Brasil. Para que cheguem às farmácias, cada produto, de cada fabricante ou importador, deve ainda ser aprovado individualmente pela Anvisa, após análise de documentação. Entretanto, a empresa especialista em desumidificação, Thermomatic, reforça que soluções para o controle de umidade em armazenamento de autotestes já precisam ser avaliadas agora.

De acordo com o Diretor da Thermomatic, fabricante de desumidificadores de ar, Sven von Borries, em toda e qualquer área farmacêutica ou laboratorial o controle da umidade é essencial no processamento, armazenamento e embalagem dos itens. No caso dos autotestes, o diretor pondera: “Quando for feito o acondicionamento de testes é importante que o ar esteja seco, para garantia de durabilidade do produto”.

O especialista explica as condições em que um kit de teste rápido deve estar para ser considerado seguro para aplicação: “Ele precisa ser guardado em temperatura entre 2ºC e 30ºC e permanecer em suas embalagens originais, em local sem umidade”, afirmou Borries.

Duas fabricantes de testes para a Covid-19, Labtest e Biotest, alertam sobre cuidados e precauções. É necessário evitar a exposição de placas ou tiras de reação à umidade ambiente. A Biotest afirma, inclusive, que umidade acima de 60% pode afetar negativamente os resultados. 

Para que os resultados sejam fiéis, é essencial monitorar e controlar a umidade do ambiente em que os testes são produzidos e onde ficam armazenados. “A retirada do excesso de umidade do ambiente evita a proliferação de microrganismos e, consequentemente, problemas originados por eles, como mofo e bolor”, ponderou Sven.

As chuvas intensas, características do verão, aumentam consideravelmente a umidade e em períodos como esse a atenção deve ser redobrada. “A alta umidade, ainda mais nestes momentos de muitas chuvas, pode danificar um lote inteiro em produção ou mesmo alterar diagnósticos quando em uso”, reforça o empresário.

A desumidificação é também a garantia da conformidade com normas, regulamentos e recomendações de órgãos de saúde. “A cada dia que se passa, vemos ainda mais a importância do desumidificador no combate à Covid-19, principalmente na produção de testes rápidos e armazenagem dos mesmos”, finalizou Sven von Borries.

Mais informações sobre o assunto em: https://www.thermomatic.com.br/aplicacoes/desumidificador-para-testes-rapidos-da-covid.html

Website: http://www.thermomatic.com.br

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