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Empresa fomenta evolução de geomembranas na América Latina

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Nova geração de geossintéticos oferece maior desempenho técnico para projetos de engenharia, mineração e gestão ambiental

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A crescente complexidade dos projetos de engenharia, mineração e infraestrutura ambiental tem impulsionado a adoção de geossintéticos com maior controle técnico e desempenho. Nesse contexto, as geomembranas de alta performance são indicadas em aplicações que exigem resistência química, barreiras contra gases e líquidos e compatibilidade com metodologias atuais de monitoramento. De acordo com estimativas da consultoria Markets and Markets, o setor global de geossintéticos deve ultrapassar US$ 20 bilhões até 2027, impulsionado por projetos que demandam controle rigoroso de fluidos, contenção ambiental e soluções mais técnicas.

Atenta a essa evolução, a Azul Pack TechGround desenvolveu a TechSe7, nova geração de geomembranas com tecnologia de sete camadas, produzidas por coextrusão em multicamadas. A tecnologia permite diversas combinações entre materiais e propriedades, possibilitando o desenvolvimento de soluções para diferentes aplicações e níveis de exigência técnica.

Entre as principais soluções da TechSe7 estão a inclusão de uma camada de Evoh, que atua como barreira contra gases como metano e CO₂, combinação de Pead e PEBDL que permitem flexibilidade, formulações com resistência a altas temperaturas e a chamas, além de versão condutiva que potencializa os ensaios geoelétricos. A tecnologia tem certificação GAI-LAP, selo internacional que atesta qualidade em ensaios de geossintéticos.

“O TechSe7 é resultado de pesquisa e desenvolvimento com foco em engenharia aplicada. A tecnologia de sete camadas oferece uma entrega direta para projetos que exigem segurança, durabilidade e eficiência”, afirma a CEO da Azul Pack, Aline Hurtado.

O mercado de geomembranas de polietileno passa por um momento no qual critérios como rastreabilidade, desempenho validado em ensaios e compatibilidade com metodologias de monitoramento ganham cada vez mais peso nas decisões de negócio. “Nesse cenário, a adoção de tecnologias com maior complexidade estrutural, como as de sete camadas, amplia as possibilidades técnicas e contribui para soluções alinhadas aos desafios operacionais dos grandes projetos”, afirma Sandro Santos, vice-diretor da empresa.

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