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Rede Laço Amarelo busca proteger vidas no trânsito

Rede Laço Amarelo busca proteger vidas no trânsito
Rede Laço Amarelo busca proteger vidas no trânsito

Iniciativa do Observatório Nacional de Segurança Viária lançou a certificação ouro, prata e bronze com o objetivo de reconhecer as ações de conscientização desenvolvidas por prefeituras, empresas, entidades e órgãos governamentais que compõem a rede

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Reduzir acidentes, proteger vidas e fortalecer a responsabilidade social no trânsito. Esses são os objetivos da rede Laço Amarelo, programa associativo do Observatório Nacional de Segurança Viária que conecta empresas, entidades, prefeituras, órgãos estaduais e federais.

A iniciativa foi criada para perpetuar a mensagem do Maio Amarelo (Mês de Conscientização para Redução de Sinistros no Trânsito) nos demais 11 meses do ano.

Até 2025, os integrantes do Laço Amarelo não tinham a obrigação e nem qualquer outro incentivo de reportar as ações realizadas ao Observatório Nacional de Segurança Viária. A recente criação da certificação ouro, prata e bronze veio com o objetivo de mudar isso, reconhecendo as boas práticas adotadas pelos participantes, atrair mais apoiadores e também provocar uma “competição” saudável entre instituições que já compõem a rede.

"A certificação ouro, prata e bronze incluída no programa para 2026 visa à mensuração mais efetiva do alcance e resultados obtidos pelos parceiros a partir da integração ao programa. Todos buscam reconhecimento e nós daremos, proporcionalmente, à dedicação e ao envolvimento. Quanto mais ações, mais pontos serão gerados e maior será a certificação. Isso garante um trabalho mais efetivo, consciente e mensurável", declara Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária.

A quantidade de óbitos anuais no trânsito brasileiro cresceu novamente. Em 2024, o Brasil apresentou um número de 37.150 óbitos no trânsito, um aumento de 2.269 em comparação com os dados de 2023, o que representa uma variação percentual de 6,50%. Considerando o modo de transporte em que a vítima se encontrava durante o sinistro, os modos com maiores aumentos percentuais entre 2023 e 2024 foram:

  • Caminhão: 30,22%
  • Ônibus: 28,30%
  • Motocicleta: 14,71%
  • Automóvel: 3,70%

"O trânsito é o maior ambiente de convivência social. Quanto mais pessoas se conscientizarem, mais segurança teremos para todos. Por isso, vemos o Laço Amarelo não apenas como um simples programa, mas como uma rede que trabalha em prol da segurança viária. Reuniões regulares, consultoria técnica e eventos conectam as instituições participantes e propiciam uma troca de experiências. Ações e projetos realizados pelo observatório, assim como pelos parceiros, podem ser apresentados nestas ocasiões e serem adaptados e replicados pelos demais", diz Guimarães.

Ao aderir ao Laço Amarelo, a instituição ganha acesso a conteúdos estruturados, metodologias e ferramentas para construir ambientes mais seguros nas empresas, nas vias urbanas e em toda a comunidade. Segundo o CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária, a iniciativa vai ao encontro das políticas de ESG — a sigla, originária do inglês, diz respeito ao conjunto de boas práticas ambientais, sociais e de governança adotadas por uma empresa ou organização.

Na parte de recursos humanos (RH) e de segurança do trabalho, o Laço Amarelo também reforça a mensagem de cuidado com os colaboradores, prevenção de riscos, redução de custos e conformidade legal. Para gestores públicos, a rede pode ser vista como uma forma de trazer menor pressão sobre serviços de saúde e emergência ao se propor a reduzir os acidentes de trânsito.

"O Observatório Nacional de Segurança Viária atua sobre três pilares: estudos e pesquisas, advocacia e impacto social. Dessa forma, todos os projetos e programas, assim como o Laço Amarelo, seguem as mesmas premissas de trabalho orientado por dados (seja para embasar ações e campanhas, seja para atuar na mudança e adequação das leis), equipe técnica especializada em mobilidade urbana composta por engenheiros, administradores e profissionais de comunicação e parcerias estratégicas como a firmada com a Universidade Federal do Paraná (UFPR)", detalha Guimarães.

Os interessados em aderir ao Laço Amarelo podem preencher o formulário disponível no site do Observatório Nacional de Segurança Viária, fazer o primeiro contato pelo e-mail lacoamarelo@onsv.org.br ou ainda enviar uma mensagem para o WhatsApp +55 19 99950-8800.

Para saber mais, basta acessar o site do Observatório Nacional de Segurança Viária: https://www.onsv.org.br/

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