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Fintechs ampliam acesso ao crédito no Brasil

Fintechs ampliam acesso ao crédito no Brasil

Bancos digitais e fintechs passaram a ocupar papel relevante na inclusão financeira. Com mais pessoas usando contas digitais, cartões e empréstimos, cresce também a necessidade de comparar taxas, prazos e o custo total do crédito antes da contratação.

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Bancos digitais e fintechs passaram a ter um papel relevante na entrada de brasileiros no sistema financeiro. Segundo um levantamento realizado pela CNN Brasil, 74% da população reconhece que essas instituições ampliam o acesso a serviços financeiros, sobretudo entre pessoas com pouco ou nenhum relacionamento anterior com bancos tradicionais.

A abertura de uma conta digital costuma facilitar o acesso a cartões, meios de pagamento e empréstimos pessoais. Com a expansão desses serviços, também aumenta a importância de analisar as taxas de juros, prazo, valor das parcelas e Custo Efetivo Total, que reúne todos os encargos da operação.

As fintechs ganharam espaço ao oferecer processos totalmente digitais, análise de dados e uma contratação mais rápida, recursos que reduziram algumas etapas burocráticas e permitiram atender consumidores que antes encontravam mais barreiras no sistema bancário.

A facilidade de acesso, porém, exige cuidado. Contratar crédito sem avaliar o orçamento mensal pode aumentar o comprometimento da renda e dificultar o pagamento de outras despesas. Por isso, comparar propostas de empréstimo pessoal e entender o custo total da operação são medidas importantes antes da assinatura do contrato.

Plataformas de comparação reúnem ofertas de diferentes instituições e ajudam o consumidor a visualizar as condições do empréstimo em um único ambiente. A Juros Baixos atua nesse segmento ao conectar usuários a bancos e fintechs parceiras. A empresa não concede o crédito diretamente e a análise, aprovação e as condições são definidas por cada instituição financeira.

"O crédito digital deve avançar com uso de dados, Open Finance e mais concorrência entre fintechs e bancos", afirma Arthur Bonzi.

Essa expansão das fintechs também indica que a inclusão financeira vai além da abertura de contas. Ela depende de acesso à informação, comparação entre produtos e compreensão das condições de contratação. Quanto maior a oferta, maior a necessidade de transparência e educação financeira para reduzir escolhas inadequadas e o risco de endividamento excessivo.

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