Portal Comunique-se

120 milhões de transações de pagamento com IA em uma única semana: agentes de compras com IA passam da teoria para o caixa

O comércio agentivo, ou comércio agêntico, está começando a deixar de ser uma previsão para se tornar uma realidade em alguns mercados. Na China, os agentes de IA já estão realizando compras em escala significativa, e analistas estimam agora que a oportunidade global chegue a US$ 3–5 trilhões até 2030.

Compartilhe

O debate está mudando à medida que os primeiros exemplos mostram que os agentes de compras baseados em IA estão concluindo transações em alguns mercados. Segundo a NielsenIQ (NYSE: NIQ), empresa líder em inteligência de consumo, seu relatório global The Commerce Revolution: Where East Meets West (A revolução do comércio: onde o Oriente encontra o Ocidente) aponta que o comércio por meio de agentes deixa de ser uma experiência experimental para se tornar uma infraestrutura cotidiana. O Ant Group informou que o Alipay AI Pay processou mais de 120 milhões de transações entre 5 e 11 de fevereiro de 2026, enquanto a Adobe Analytics registrou aumento de 1.200% no tráfego de fontes de IA generativa para sites de varejo dos EUA entre julho de 2024 e fevereiro de 2025.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260730179748/pt/

Agentic commerce is beginning to move from forecast to real-world use in some markets. In China, AI agents are already completing purchases at meaningful scale, and analysts now put the global opportunity at $3–5 trillion by 2030.

Agentic commerce is beginning to move from forecast to real-world use in some markets. In China, AI agents are already completing purchases at meaningful scale, and analysts now put the global opportunity at $3–5 trillion by 2030.

Essa é a segunda edição da análise semestral da NielsenIQ sobre as mudanças no comércio global, com base na evidência de que o centro de gravidade do varejo se deslocou para o Oriente. A inteligência artificial (IA) está se tornando o elo de ligação entre os diversos formatos de comércio, desde o comércio ao vivo até o comércio nas redes sociais e o comércio rápido. No entanto, os próprios dados de consumidores da NielsenIQ mostram uma discrepância clara entre a capacidade da IA e a confiança dos consumidores. Embora os consumidores estejam cada vez mais à vontade para usar a IA para fazer pesquisas e receber recomendações, poucos estão dispostos a permitir que ela conclua as compras.

“Enquanto grande parte do Ocidente ainda debata se a IA fará compras por nós, em partes da Ásia, ela já faz isso, concluindo compras discretamente em uma escala que a maioria das diretorias ainda não percebeu”, afirmou Emilie Darolles, presidente para a Europa Ocidental da NielsenIQ. “Mas a verdadeira questão não é apenas o que a IA pode fazer, e sim o que os consumidores permitirão que ela faça. Os consumidores estão cada vez mais dispostos a deixar que a IA pesquise e faça recomendações, mas muito poucos estão prontos para permitir que ela realize compras. A próxima fase do comércio agêntico será conquistada pelas marcas que conquistarem confiança suficiente para serem escolhidas tanto pelo consumidor quanto pelo agente.”

Os números que você precisa saber

  • Os agentes já estão realizando transações em grande escala. Segundo o Ant Group, o Alipay AI Pay processou mais de 120 milhões de transações entre 5 e 11 de fevereiro de 2026. O relatório também cita dados de mercado que indicam que o assistente Qwen, da Alibaba, alcançou 100 milhões de usuários ativos mensais em dois meses após o lançamento.
  • O dinheiro está vindo logo atrás. Analistas estimam que a oportunidade global de comércio por meio de agentes chegue a US$ 3–5 trilhões até 2030 (McKinsey), e que os agentes gerem de US$ 190 a 385 bilhões (aproximadamente de 10% a 20%) do comércio eletrônico dos EUA no mesmo período (Morgan Stanley).
  • A descoberta está migrando para as máquinas. Segundo a Adobe Analytics, o tráfego proveniente de fontes de IA generativa para sites de varejo dos EUA aumentou 1.200% entre julho de 2024 e fevereiro de 2025. A empresa também constatou que os visitantes provenientes dessas fontes apresentaram maior engajamento, com mais páginas por visita e taxas de rejeição mais baixas, embora a taxa de conversão ainda fique atrás de fontes de tráfego mais consolidadas.
  • A autonomia ainda é rara. Dados da NielsenIQ mostram que a IA está remodelando o “meio confuso”: cerca de 34% dos consumidores a utilizam para pesquisar produtos, e 23%, para resumir avaliações. No entanto, apenas cerca de 8% permitiram que a IA concluísse uma compra por eles. A influência está bem à frente da automação.

Para as marcas, a transição de um funil humano para um mediado por agentes altera as regras da visibilidade. Quando um agente de inteligência artificial (IA) seleciona três produtos, o caminho tradicional, que vai da impressão ao clique e ao carrinho de compras, entra em colapso. Marcas com dados de produtos incompletos ou ilegíveis para máquinas correm o risco de se tornarem invisíveis para os sistemas que decidem, cada vez mais, o que será comprado.

Entretanto, a dinâmica entre Oriente e Ocidente tem dois lados. Enquanto a China está comprovando o lado da demanda (agentes em escala de consumo), o Ocidente constrói as bases de confiança e medição que tornam o comércio mediado por agentes seguro tanto para compras de alta consideração quanto para aquisições do dia a dia. As marcas que se prepararem agora, estruturando dados de produtos, conquistando seu lugar nos conjuntos de consideração da IA e medindo o desempenho em um mundo onde o comprador pode ser uma máquina, serão as vencedoras.

Sobre o Relatório

The Commerce Revolution: Where East Meets West (A revolução do comércio: onde o Oriente encontra o Ocidente) analisa a convergência dos modelos de comércio orientais e ocidentais nos segmentos de live commerce, social commerce, quick commerce, redes de mídia de varejo (retail media networks) e do emergente comércio agêntico. O relatório baseia-se em dados do NIQ Consumer Outlook, Retail Pulse, Digital Purchases e Omnisales, além de fontes de terceiros, incluindo McKinsey, Morgan Stanley e Adobe.

Sobre a NIQ

A NielsenIQ (NYSE: NIQ) é uma empresa líder em inteligência de consumo, oferecendo a compreensão mais completa e confiável do comportamento de compra e revelando novos caminhos para o crescimento. Ao combinar uma presença global incomparável de dados e medições detalhadas de consumidores e varejo com décadas de expertise em modelagem de IA, a NielsenIQ desenvolve sistemas de decisão que ajudam empresas a transformar dados complexos em ações seguras.

Com operações em mais de 90 países, a NIQ cobre aproximadamente 82% da população mundial e mais de US$ 7,4 trilhões em gastos globais dos consumidores. Por meio de plataformas baseadas em nuvem, análises avançadas e insights orientados por IA, a NIQ oferece o The Full View™ — ajudando marcas e varejistas a entender o que os consumidores compram, por que compram e o que fazer a seguir.

Para obter mais informações, acesse www.niq.com.

Declarações Prospectivas

Este comunicado de imprensa contém declarações prospectivas, conforme definido pelas leis de valores mobiliários aplicáveis, incluindo declarações sobre tendências de mercado, crescimento projetado do comércio ao vivo, social, rápido, de mídia de varejo e de agentes, e o impacto previsto sobre marcas e varejistas. Essas declarações são baseadas nas expectativas e premissas atuais da NIQ e estão sujeitas a riscos e incertezas que podem fazer com que os resultados reais sejam materialmente diferentes. Os números de terceiros (incluindo estimativas atribuídas à McKinsey, Morgan Stanley e Adobe) não foram verificados de forma independente pela NIQ. A NIQ não assume nenhuma obrigação de atualizar qualquer declaração prospectiva, exceto conforme exigido por lei.

Notas aos editores:

Os números apresentados neste comunicado provêm de duas fontes, ambas extraídas do relatório da NielsenIQ intitulado “The Commerce Revolution: Where East Meets West” (abril de 2026).

Dados exclusivos da NielsenIQ: os números relativos à adoção de inteligência artificial (IA) pelos consumidores — a porcentagem de consumidores que utilizam IA para pesquisar produtos (34%), resumir avaliações (23%) e concluir uma compra (8%) — foram extraídos do NIQ Consumer Outlook e de dados relacionados ao consumidor da NielsenIQ.

Números de mercado citados no relatório (não medidos pela NielsenIQ): segundo o Ant Group, o Alipay AI Pay processou mais de 120 milhões de transações entre 5 e 11 de fevereiro de 2026. O relatório também cita dados de mercado que indicam que o assistente Qwen, da Alibaba, atingiu 100 milhões de usuários ativos mensais em dois meses após o lançamento. A McKinsey estima uma oportunidade global de comércio por agentes de US$ 3 a 5 trilhões, enquanto o Morgan Stanley projeta que os agentes poderiam gerar de US$ 190 a 385 bilhões no comércio eletrônico dos EUA até 2030. A Adobe Analytics relatou um aumento de 1.200% no tráfego proveniente de fontes de IA generativa para sites de varejo nos EUA entre julho de 2024 e fevereiro de 2025.

Perguntas frequentes

O que é comércio agentivo/agêntico? É um modelo de comércio em que agentes de IA não apenas recomendam produtos, mas também descobrem, avaliam e concluem compras de forma autônoma em nome do consumidor, utilizando dados em tempo real, como preço, disponibilidade e preferências.

Qual é a principal conclusão do relatório? Agentes de IA já realizam transações em escala massiva na Ásia (mais de 120 milhões de transações conduzidas por agentes em uma única semana, em fevereiro de 2026, por meio do AI Pay da Alipay), enquanto a maioria dos consumidores ocidentais ainda não permite que a IA faça compras em seu nome.

Essa não é apenas mais uma história sobre IA? Não. Em vez de afirmar simplesmente que “a IA está chegando”, este comunicado quantifica onde o comércio agêntico já é uma realidade (no Oriente), dimensiona a oportunidade (entre US$ 3 trilhões e US$ 5 trilhões até 2030) e acrescenta um importante contraponto que costuma passar despercebido: a influência da IA está muito à frente de sua autonomia, já que apenas cerca de 8% dos consumidores permitem que ela conclua uma compra.

De onde vêm esses números? Eles vêm do NIQ Consumer Outlook e de dados relacionados da NielsenIQ sobre o consumidor, além de estimativas de terceiros (como McKinsey, Morgan Stanley e Adobe) e dados de mercado (como Alipay e Alibaba), que são atribuídos quando citados.

O que as marcas devem fazer agora? Estruturar os dados dos produtos para que sejam legíveis por máquinas, construir presença nos conjuntos de consideração da inteligência artificial (IA) e adotar métricas desenvolvidas para um mundo em que o “consumidor” pode ser um agente de IA.

NIQ-GERAL

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Imprensa: Julia Mayer, julia.mayer@nielseniq.com

Fonte: BUSINESS WIRE

Compartilhe

DINO Agência de Notícias Corporativas

Agência de notícias corporativas. Conteúdos publicados em rede de parceiros online. Na lista de parceiros estão grandes portais, como os casos do Terra, do Metrópoles e do iG. Agência Estado e Agência O Globo também fazem parte desse time, assim como mais de uma centena de sites e blogs espalhados país afora.

Fale com um especialista
Fale com um especialista