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Vice-presidente do Facebook garante: timeline está mais informativa

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O Facebook passou por (mais uma) atualização no fim de junho. A intenção em alterar determinados algoritmos é a de transformar a timeline de todos os usuários da rede social em ambiente mais informativo. Em texto divulgado na sala de imprensa virtual e assinado pelo vice-presidente do “feed de notícias”, Adam Mosseri, a companhia garante que identificou a necessidade de reduzir a proliferação de “links de baixa qualidade”.

Mosseri afirma, com todas as letras, que o objetivo central é exterminar conteúdos sensacionalistas e, claro, comprovadamente mentirosos. “Nossas pesquisas mostram que há um pequeno grupo de pessoas no Facebook que rotineiramente compartilham grandes quantidades de postagens públicas por dia, efetivamente enviando spam para o feed das pessoas. Essas pesquisas também apontam que esses links compartilhados tendem a incluir conteúdo de baixa qualidade, como títulos caça-cliques, sensacionalismo e desinformação”, conta o executivo.

O que muda na timeline do Facebook

O vice-presidente do Facebook registra, ainda, que a mudança da timeline vai acarretar em…

  • Redução da influência dos chamados spammers;
  • E diminuição da relevância de links compartilhados pelos tais spammers.

Assim, a equipe responsável pela rede social acredita que irá melhorar a interação da maioria dos seus usuários, que terão acesso a mais histórias que elas próprias considerem relevantes. A proliferação de sensacionalismo e fake news, porém, só passará a ser vetada em links. A empresa informa que, ao menos por enquanto, a mudança em prol de boas informações não será aplicada aos demais tipos de conteúdo – atualizações de status, check-ins, fotos, textos e vídeos.

Impacto nas fan pages

O que a mais nova mudança de algoritmo da timeline do Facebook irá impactar nas fan pages? A resposta, segundo a própria companhia, é… nada! “Como sempre, os produtores de conteúdo devem seguir diretrizes básicas para alcançar sua audiência no Facebook e continuar a publicar histórias relevantes para o público, e que os leitores considerem informativas”, finaliza Adam Mosseri.

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