OPINIÃO

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2018: quais serão as previsões do ano? Fui dar uma olhada. Aliás, eu, você, milhões de pessoas nesse momento tentando achar os fios de otimismo

Conjecturas, suposições, adivinhações, augúrios, palpites, prognósticos, profecias, presságios, vaticínios, pressentimentos, predições. E, claro, um pouco de obviedades, sinais, indícios, palpites, estimativas. Com precisão, precisão mesmo, não dá nem pra prever o tempo que fará daqui a pouco, mas a gente quer sempre saber mais pra frente.

2018: quais serão as previsões do ano? Fui dar uma olhada. Aliás, eu, você, milhões de pessoas nesse momento tentando achar os fios de otimismo que possam costurar nossos retalhos de vida. Nos dar alguma confiança, esperança, forças, ativar nosso otimismo que foi bombardeado nos últimos tempos. Saber se vamos amar e ser amados, se será mais fácil ou difícil, que riscos correremos. Adoraríamos poder quebrar as surpresas para que elas não nos surpreendam, pelo menos não tanto. Até porque se soubéssemos mesmo o futuro, se nos fosse dado esse poder, iríamos brigar tanto com ele, interferir tanto, que de nada adiantaria. Assim é o destino, que traçamos dia a dia.

Por isso não é bom ficar atentando. Dizem que só se deve buscar essas predições – principalmente as pessoais – com videntes, bruxas, magos, seja quem for tão iluminado que você acredite ou pague para ouvir, com intervalo de, no mínimo, seis meses. Justamente porque tentamos ir ao encontro ou delas desviar, e mudamos tudo. Igual entrar numa rua em vez de outra, escolher uma estrada. Tudo o que passamos os dias a decidir. Pensa: quase tudo poderia ser mudado de um segundo a outro, de um minuto a outro, um dia, um mês. Um ano.

Essa é a realidade, jogada por búzios, cartas de baralho, pedrinhas ou palitinhos. Calculada pela Numerologia. Antevista em bolas de cristal, ou na difícil interpretação do I-Ching. Haverá sempre significativas mudanças políticas, sociais e econômicas nesse mundo em constante mutação. O meio ambiente gritará por socorro da única forma que sabe, em catástrofes, já que seus apelos lentos e silenciosos não fazem mais efeito.

Muita gente nascerá. E muita gente morrerá, inclusive algumas personalidades, aquelas pessoas que são mais notícia que outras, e mais uma vez teremos a sensação de perder gente boa com os ruins ficando. Em geral, quando as pessoas morrem, imediatamente conseguem a redenção de suas falhas, dependendo de quem são ou foram. De herança, ficarão os registros de seus feitos no Google e os seus perfis nas redes sociais se ninguém puder apagá-los.

Sobre se a gente vai ganhar a Copa do Mundo, quem será eleito, preso, julgado, condenado, quem vai ganhar o Carnaval, qual será a situação econômica, qual cura será encontrada, as dezenas de videntes, cartomantes, astrólogos, esotéricos e afins que li se dividem bastante. Dizem que estaremos nas ruas protestando, bateremos panelas novamente, que novos atos terroristas ocorrerão. Claro que o Trump vai fazer “trumpices” brincando de guerra com a Coreia do Norte e com o Oriente Médio. Enfim, tudo o que é óbvio ocorrerá.

Contudo, busquei os fatos incontestes desse ano que chega, e que você poderá usar de acordo com seu entendimento, fé, crença. Às 13h15 de 20 de março, Saturno, bem cansado, passará o bastão para Júpiter. É o maior planeta do sistema. Por isso tudo será grande, explicam. Interessante…

16 de fevereiro, o Ano Novo Chinês chegará latindo, sob a regência do Cão – Cão de Terra, para ser mais específica. Ficará de guarda até 5 de fevereiro de 2019. Lealdade, vigilância e conquista são suas marcas.

O grande Xangô, da Justiça, governará nossas cabeças. Mas será auxiliado por Yansã, Nanã e Exu, numa combinação nada comum, que até para santo arrumar essa bagunça do ano que se vai não será nada fácil.

Creio que também poderemos ajudar. Feliz Ano Novo! Boa Sorte. Em branco, dourado, na cor que puder pintar esse mundo.

SOBRE O AUTOR

Marli Gonçalves

Marli Gonçalves

Jornalista formada pela FAAP, em 1979. Diretora da Brickmann&Associados Comunicação, B&A. Tem 40 anos de atuação na profissão, com passagens por vários veículos, entre eles Jornal da Tarde, Rádio Eldorado e revista Veja. Na B&A, além de assessoria de imprensa e consultoria de comunicação, especializou-se em gerenciamento de crises, ao lado de Carlos Brickmann, com quem trabalha desde 1996. Também é editora do Chumbo Gordo, site de informações da B&A. Mantém, ainda, o blog particular Marli Gonçalves (http://marligo.wordpress.com). Desde 2008, escreve semanalmente artigos e crônicas para inúmeros jornais e sites de todo o país sobre comportamento, feminismo, liberdade e imprensa.
Entre suas atividades na área de consultoria, comunicação empresarial e relações públicas foi de 1994 a 1996 gerente de imprensa da multinacional AAB, Hill and Knowlton do Brasil (Grupo Standard, Ogilvy & Mather).
Participou de várias publicações e veículos, entre eles, Singular & Plural, Revista Especial, Gallery Around (com Antonio Bivar), Jornal da Feira, Novidades Fotóptica, A-Z, Vogue. Na área política, foi assessora de Almino Affonso, quando vice-governador de São Paulo, e trabalhou em várias campanhas, entre elas, de Fernando Gabeira e Roberto Tripoli.

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