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Monetização é desafio, mas influencers buscam alternativas

Autonomia, autenticidade e retorno real guiam decisões de parceria no marketing de influência no Brasil, conforme pesquisa recente.

Monetização é desafio, mas influencers buscam alternativas

Apenas 9% dos influenciadores brasileiros conseguem viver exclusivamente da produção de conteúdo, segundo o Censo dos Criadores de Conteúdo. A maioria precisa complementar a renda com outras atividades, o que tem levado parte desses profissionais a repensar suas estratégias de parceria com marcas.

Essa movimentação acompanha uma mudança no próprio perfil dos criadores, visto que 71% dos influenciadores brasileiros têm audiências menores, mas taxas de engajamento até 22,2 vezes superiores às de grandes perfis.

“O mercado brasileiro é altamente segmentado e baseado em confiança. O micro e nano influenciador tem uma audiência fiel, que se identifica com sua rotina e com seu conteúdo. Isso cria um ambiente muito mais propício para conversão de campanhas com propósito, não apenas de visibilidade“, explica Bruno Brito, CEO da Empreender.

Segundo o executivo, esse cenário contribuiu para o desenvolvimento do Ovni, uma plataforma que conecta influenciadores e criadores de conteúdo a lojistas virtuais de forma automatizada.

“A ideia do Ovni nasceu ao observarmos que muitos criadores queriam testar produtos, criar conteúdo livremente e ganhar por resultado — e não só por post. A plataforma oferece essa liberdade, com campanhas baseadas em afiliação, pagamento por venda ou permuta, e total controle dos dois lados”, afirma.

Essa ferramenta permite criar campanhas personalizadas (com formato, remuneração e prazo definidos), acessar um painel com influenciadores segmentados por nicho, rede social e localização, gerar links rastreáveis e acompanhar dados de cliques, conversões e comissões.

A comunicação entre as partes ocorre por um chat interno, e os pagamentos são feitos automaticamente via Pix. Para os influenciadores, a plataforma também funciona como painel de desempenho, com informações sobre comissões, saldo disponível, vendas por link e avaliações anteriores.

De acordo com dados da Rakuten Advertising, campanhas comissionadas devem se intensificar em 2025, especialmente entre criadores de nicho. A pesquisa mostra que 61% dos consumidores compraram produtos recomendados por influenciadores nos últimos seis meses, sendo a credibilidade o fator mais decisivo na escolha.

Um relatório da Typeform indica que 40% dos entrevistados confiam mais em influenciadores autênticos do que em celebridades. Globalmente, 71% dos consumidores relataram arrependimento após compras feitas com base em recomendações de creators.

“O futuro do marketing de influência está menos em quem fala mais alto e mais em quem gera valor real para a audiência. E isso só é possível com relações diretas, liberdade de escolha e resultado claro para todos os envolvidos”, conclui Brito.

Para mais informações, basta acessar o site: www.empreender.com.br

Fontes

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Versão original desta matéria no portal atual: ler no site antigo.

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