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Planejamento ainda compromete a gestão de resíduos no Brasil

Planejamento ainda compromete a gestão de resíduos no Brasil

Diagnóstico reforça a importância de investir em planejamento, infraestrutura e tecnologia para tornar a limpeza urbana mais eficiente e segura

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A gestão dos resíduos sólidos urbanos ainda representa um dos principais desafios enfrentados pelos municípios brasileiros. Um diagnóstico realizado pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) identificou que diversas cidades apresentam falhas relacionadas ao planejamento, no monitoramento dos serviços na implementação de políticas voltadas para a gestão adequada dos resíduos.

Embora o levantamento tenha sido realizado no Paraná, a realidade observada reflete desafios presentes em diversas regiões do país, especialmente diante do crescimento da população urbana e do aumento na geração de resíduos.

Um dos principais fatos que chamam a atenção da pesquisa realizada pelo TEC do Paraná é que a maioria dos municípios analisados sequer possuem um sistema de medição da quantidade de lixo coletado.

Esse cenário é preocupante, porém tem uma solução conforme aponta Márcio Welsh, diretor comercial da Contemar Ambiental. Márcio e sua equipe tem atuado nos últimos anos de forma conjunta a diversos municípios ajudando-os a organizar e tornar mais eficiente a gestão dos resíduos domiciliares.

O principal foco de trabalho da equipe da Contemar é a implantação da conteinerização dos resíduos. Esse modelo permitindo que, a partir da instalação de contentores e coleta mecanizada, o processo de coleta de resíduos seja realizado de forma mais estratégica e eficiente.

"Organizando o descarte, os municípios podem dar os primeiros passos em direção a ter mais eficiência nessa área. Isso porque, para conteinerizar, realizamos um estudo técnico informativo com objetivo de entender toda a demanda e colocar os equipamentos que suportem as exigências do serviço", afirma Welsh.

Além de proporcionar maior organização dos espaços públicos, a conteinerização traz consigo a coleta mecanizada. Com esse tipo de operação é possível otimizar as rotas de coleta, reduzir o tempo de trabalho, melhorar as condições das equipes na rua e contribuir com a segurança ocupacional.

"Mecanizando o processo, os resíduos ficam protegidos da ação dos animais e contra intempéries. Os trabalhadores também não precisam dispor de grande esforço físico, o que torna a operação muito mais rápida e limpa", explica Márcio.

A conteinerização dos resíduos urbanos também está alinhada às diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PLANARES), que incentivam a modernização dos sistemas, a ampliação da coleta seletiva e a adoção de soluções que promovam maior eficiência operacional e sustentabilidade.

"A modernização da limpeza urbana não acontece apenas com novos equipamentos. Ela exige planejamento, conhecimento técnico e soluções que atendam às necessidades de cada município. É dessa forma que conseguimos construir cidades mais limpas, seguras e preparadas para os desafios do futuro. E a conteinerização é o passo inicial para a melhora desse serviço público tão importante", conclui Márcio.

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