OPINIÃO

Por que gostávamos de Gugu Liberato?

gugu liberato - record
O apresentador Gugu Liberato em ação pela Record TV. (Imagem: reprodução)

“Nosso cognitivo despertava um interesse e admiração pelo apresentador Gugu Liberato. Sempre sorrindo e calmo, transmitia alegria e paz através da tela da televisão”. Portal Comunique-se publica artigo do jornalista Fabiano de Abreu

Há pessoas que o semblante já agrada, que a sua natureza é admirável e o cognitivo revela a sua intenção. Assim o nosso cognitivo despertava um interesse e admiração pelo apresentador Gugu Liberato. Sempre sorrindo e calmo, transmitia alegria e paz através da tela da televisão.

Leia mais:

Mais um orgulho de nós lusodescendentes, já que era filho de portugueses de Mirandela em Bragança. Gugu Liberato deixa um legado limpo, sem desvio de conduta, sem nenhum histórico negativo. E sim de positividade e exemplo de caráter, simplicidade, sinceridade, credibilidade e de como ser humano.

O Brasil fica chocado. Não só por perder um grande nome, um grande artista, mas também por perceber que para morrer basta estar vivo. Que somos frágeis apesar de parecer absolutamente forte ou poderoso! Mostra que o dinheiro não cura o que a medicina ainda não resolve e que temos que viver bem o presente, pois, como diz o ditado popular, o futuro a Deus pertence.

Num momento como este, devemos lembrar dele, nos seus melhores momentos e validar os seus feitos que o tornou um dos maiores apresentadores da história do Brasil.

“Somos frágeis apesar de parecer absolutamente forte ou poderoso!”

***** ***** ***** ***** ***** *****

Por Fabiano de Abreu. Jornalista e filósofo. Gestor geral do grupo MF Press Global. Texto publicado originalmente no site Paivense.

SOBRE O AUTOR

Leitor-Articulista

Espaço aberto para a veiculação de artigos produzidos pelos usuários do Portal Comunique-se. Para ter seu conteúdo avaliado pela redação, com possibilidade de ser publicado na seção 'Opinião', envie e-mail para jornalismo@comunique-se.com.br, com “Leitor-articulista” no assunto.

COMENTAR

COMENTAR