CARREIRA

Programa Audiovisual Gera Futuro abre inscrições para oito editais

(Imagem: Divulgação)

Para participar dos editais, as produtoras precisam ter registro regular e estarem classificadas como produtoras independentes na Agência Nacional do Cinema

Começaram as inscrições para oito editais do Programa Audiovisual Gera Futuro. Cinco editais são voltados inteiramente à produção de conteúdo independente: longas de animação, curtas e séries com narrativas para infância e duas linhas de documentário – uma sobre questões afro-brasileiras e indígenas e outra sobre infância e juventude.

Também estão disponíveis para inscrição editais voltados à produção de jogos eletrônicos e de narrativas transmídia (games e curtas ou minissérie) para a infância.

Outros dois editais, voltados para o desenvolvimento de projetos em comemoração aos 200 anos da independência do Brasil e ao desenvolvimento de obras audiovisuais para a infância, também abriram inscrições.

Segundo o Ministério da Cultura, o programa tem cotas específicas (com percentuais distintos) para novos diretores, diretores de regiões fora do eixo Rio e São Paulo, negros, indígenas e mulheres. Esta é a primeira vez que esse tipo de edital insere transexuais e travestis no conceito mulheres.

“Além de representar um marco na inclusão social, os editais devem contribuir para o fortalecimento da cadeira produtiva do setor audiovisual”, informou.

As inscrições serão encerradas entre os dias 13 e 27 de abril e podem ser feitas por meio do link. Para participar, as produtoras precisam ter registro regular e estarem classificadas como produtoras independentes na Agência Nacional do Cinema.

Os editais exigem que os projetos sejam acompanhados de teasers – pequeno vídeo de divulgação.

Audiovisual Gera Futuro

O programa Audiovisual Gera Futuro, lançado em 7 de fevereiro, vai disponibilizar R$ 80 milhões para cerca de 250 projetos, voltados ao desenvolvimento, produção e difusão.

Em todas as iniciativas, serão utilizados indutores para promover a inclusão e reduzir as desigualdades no setor audiovisual.

*Edição: Valéria Aguiar
*Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

SOBRE O AUTOR

Agência Brasil

Agência pública de notícias criada em 1989, logo após a incorporação da Empresa Brasileira de Notícias (EBN) pela extinta Empresa Brasileira de Comunicação (Radiobras). Em 2007, com a criação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que incorporou a Radiobras, passou a integrar o sistema público de comunicação.

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