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Ptose Palpebral Congênita = crianças infelizes

O problema é que muitos pais ficam adiando a operação para quando a criança crescer, sem ter consciência da urgência da cirurgia.

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São Paulo – SP 20/2/2014 – O Dr. Kikuta fala do sofrimento da criança com ptose ao se perceber diferente e de como a cirurgia de correção da ptose pode transformar crianças tímidas e tristes em crianças mais sociáveis e alegres.

A ambliopia, também chamada de “olho preguiçoso” é um problema sério, que se não for diagnosticada a tempo irá causar a perda ou redução da visão em um dos olhos da criança.
A ambliopia não pode ser corrigida com óculos, porque o problema não está no olho, mas no cérebro. Se um dos olhos tiver um problema, a criança em crescimento vai utilizar apenas o olho “bom” e o outro olho não vai se desenvolver, pois o cérebro precisa suprimir a imagem deste olho para que a criança não apresente visão dupla.
Uma das causas mais complicadas da ambliopia é a ptose congênita (quando a pálpebra é caida e obstrui a visão), que precisa ser corrigida através de uma cirurgia muito delicada e de alta precisão, em que os músculos que levantam a pálpebra são encurtados.
Essa cirurgia precisa ser realizada assim que a criança possa colaborar com o oftalmologista no exame, o que ocorre geralmente aos dois anos e meio a três anos.
O problema é que muitos pais ficam adiando a operação para quando a criança crescer, sem ter consciência da urgência da cirurgia.
Entrevistamos sobre o problema o Dr. Henrique Kikuta, cirurgião oculoplástico especializado na correção da ptose, em três vídeos curtos que estão no youtube:
http://youtu.be/qNjRNhaZzlw
http://youtu.be/MKQjUbzVrqU
http://youtu.be/313_dxlb5CM
Além de explicar como é feito o diagnóstico e o tratamento da ptose, o Dr. Kikuta fala do sofrimento da criança com ptose ao se perceber diferente e de como a cirurgia de correção da ptose pode transformar crianças tímidas e tristes em crianças mais sociáveis e alegres.
Você vai encontrar mais informações sobre ptose palpebral no site http://www.ptose.com.br/

Website: http://www.ptose.com.br/

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Anderson Scardoelli

Jornalista, 31 anos. Natural de São Caetano do Sul (SP) e criado em Sapopemba, distrito da zona lesta da capital paulista. Formado em jornalismo pela Universidade Nove de Julho (Uninove) e com especialização em jornalismo digital pela ESPM. Trabalhou de forma ininterrupta no Grupo Comunique-se durante 11 anos, período em que foi de estagiário de pesquisa a editor sênior. Em maio de 2020, deixou a empresa para ser repórter do site da Revista Oeste. Após dez meses fora, voltou ao Comunique-se como editor-chefe, cargo que ocupa atualmente.

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