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7 feitos da CNN Brasil em seu primeiro ano no ar

Versão nacional do canal de notícias completa um ano no ar

Sem festa em respeito aos mais de 278 mil mortos no país em decorrência da Covid-19, conforme registrou mais cedo este Portal Comunique-se, a CNN Brasil completa um ano no ar nesta segunda-feira, 15. Desde há exatamente um ano, em plena noite de domingo, a emissora de notícias tem conseguido realizar alguns feitos. No decorrer dos meses, o projeto jornalístico encarou, sim, problemas e se viu obrigada a corrigir algumas rotas, mas foi responsável por ao menos sete ações positivas, conforme as destacadas abaixo:

1 – Movimentação do mercado de trabalho

O primeiro feito da CNN Brasil começou meses antes de Monalisa Perrone dar o “boa noite” inicial para o público consumidor de TV por assinatura. Com bases em São Paulo, Brasília e no Rio de Janeiro, a emissora ajudou — e muito — no aquecimento do mercado de trabalho na área de jornalismo. Centenas de profissionais que estavam em busca de recolocação ou, mesmo empregados, miravam nova oportunidade encontraram no canal hard news um fio de esperança.

2 – Investimento em podcasts

Desde as primeiras notícias sobre a implementação, o alto comando da CNN Brasil destacava que o projeto iria para além da programação televisiva. Conteúdos multimídia seriam pensados para a marca. Essa promessa se confirmou, ao menos em termos de podcast. Atualmente, há sete programas desenvolvidos originalmente para as plataformas de áudio, a se destacarem os semanais ‘Na Palma da Mari’, com Mari Palma, e o ‘Horário de Brasília’, com Daniela Lima e Renata Agostini.

3 – TV “paga”, mas “aberta” na internet

O canal de notícias está há um ano no ar pelo 577 das principais operadoras de TV por assinatura do país. E também há um ano, boa parte de sua programação diária (principalmente os noticiários ao vivo) é exibida de forma simultânea — e gratuita — via YouTube, plataforma em que o canal do projeto conta com mais de 1,3 milhão de inscritos.

4 – Reforços a partir de oportunidades no mercado

Presidente, vices e diretores se esforçaram ao máximo para fazer com que a CNN Brasil estreasse com um time de estrelas e profissionais de renome em postos de apresentação. Com isso, a emissora conta desde o início com os trabalhos de gente como Monalisa Perrone, Daniela Lima, Evaristo Costa, Carol Nogueira e William Waack. Só que a emissora, mesmo já no ar, seguiu acompanhando o mercado e se reforçou a partir de oportunidades. Assim, tirou Márcio Gomes e Glória Vanique da TV Globo e fez com que Carla Vilhena voltasse à TV para comandar um telejornal.

5 – Incentivo aos debates políticos

Se teve algo implementado pela CNN Brasil que fez a concorrência de movimentar foi a produção de debates voltados ao cenário político do país, seja com discussão entre analistas da própria emissora ou conversas entre deputados com visões antagônicas sobre um mesmo assunto, por exemplo. Após a percepção do equívoco do ‘Grande Debate’ com atuações até cênicas de Gabriela Prioli e Caio Coppolla em estranha versão gourmet, a rota foi corrigida com um formato mais profissional, o ‘Liberdade de Opinião’, com participações dos jornalistas Sidney Rezende e Alexandre Garcia.

6 – Olhar voltado para Brasília

Na CNN Brasil, o Distrito Federal não foi contemplado apenas com estrutura física (estúdio com vista para a Praça dos Três Poderes). A emissora investiu em repórteres e comentaristas baseados diretamente na capital da nação. Resultado: incontáveis informações exclusivas vindas diretamente dos bastidores do poder — e com direito ao já famoso ‘Breaking News’ “invadindo” a programação de forma um tanto quanto rotineira.

7 – Novos comentaristas na televisão

A CNN Brasil também investiu bem para formar um time de comentaristas. Além de contar com profissionais já tarimbados na televisão e/ou com décadas de carreira na imprensa brasileira, como Thaís Herédia e Fernando Molica, o canal deu vez para profissionais vindos de outras mídias se destacarem na função. São os casos, por exemplo, de Caio Junqueira (que em meses ganhou status de apresentador), Thaís Arbex e Iuri Pitta.

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Anderson Scardoelli

Jornalista, 31 anos. Natural de São Caetano do Sul (SP) e criado em Sapopemba, distrito da zona lesta da capital paulista. Formado em jornalismo pela Universidade Nove de Julho (Uninove) e com especialização em jornalismo digital pela ESPM. Trabalhou de forma ininterrupta no Grupo Comunique-se durante 11 anos, período em que foi de estagiário de pesquisa a editor sênior. Em maio de 2020, deixou a empresa para ser repórter do site da Revista Oeste. Após dez meses fora, voltou ao Comunique-se como editor-chefe, cargo que ocupa atualmente.

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