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O que os jornalistas têm para dizer do governo Bolsonaro?

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(Imagem: Agência Brasil)

Maioria é favorável ao impeachment do presidente da República, mostra levantamento realizado pelo Comunique-se em parceria com a Kamplie Comunicação e o IPESPE

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O que os jornalistas brasileiros têm para dizer sobre o governo federal e outras questões relacionadas à política? Para responder a esses questionamentos, o Comunique-se desenvolveu levantamento em parceria com a agência Kamplie Comunicação e o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE). A primeira edição teve os resultados divulgados nesta semana e, entre outros pontos, mostrou que o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), não está em alta com profissionais da imprensa.

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Batizado de “O2 – A opinião de quem faz opinião” e realizado de 31 de agosto a 15 de setembro, o levantamento entrevistou 117 jornalistas — espalhados por todas as cinco regiões do país. Na parte relacionada diretamente ao atual ocupante do Palácio do Planalto, a maioria absoluta dos respondentes deu respostas negativas. Dos entrevistados, 76% classificaram o governo Bolsonaro como ruim ou péssimo. Além disso, 64% mostraram-se favoráveis a um eventual processo de impeachment. Os dados em questão já foram repercutidos na imprensa, sendo destaque em sites como o Congresso em Foco e o Brasil 247.

A relação direta entre Bolsonaro e imprensa também teve vez na primeira edição do “O2”. Para a maioria dos participantes do levantamento, que utilizou o Comunique-se 360, plataforma de mailing imprensa e comunicação corporativa mantida pelo Grupo Comunique-se, o presidente da República não tem uma postura positiva no convívio com profissionais do jornalismo. “Conduta negativa” foi a resposta registrada por 83%. Em contrapartida, 50% definiram como ótima ou boa a cobertura feita em assuntos relacionados ao presidente e ao governo federal como um todo.

Desfecho da CPI da Pandemia

Outro tema abordado no levantamento realizado por Comunique-se, IPESPE e Kamplie Comunicação foi a Comissão Parlamentar de Inquérito que, oficialmente, está ativa no Senado com o intuito de se analisar supostas irregularidades cometidas por autoridades públicas em meio ao combate contra a disseminação do novo coronavírus no país. Para quase metade dos respondentes (48%), a chamada CPI da Pandemia terminará em “pizza”. “Terminará sem conclusão” foi a resposta mais popular para a questão.

A relação de Bolsonaro com o Centrão, a chance de o semi-presidencialismo ser implementado no Brasil e as possibilidades de avanço das reformas estruturais também foram itens presentes na primeira edição do levantamento “O2 – A opinião de quem faz opinião”. A íntegra dos resultados pode ser conferida abaixo.

O2 – A opinião de quem faz opinião | Primeira edição by Anderson Scardoelli on Scribd

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Anderson Scardoelli

Jornalista, 32 anos. Natural de São Caetano do Sul (SP) e criado em Sapopemba, distrito da zona lesta da capital paulista. Formado em jornalismo pela Universidade Nove de Julho (Uninove) e com especialização em jornalismo digital pela ESPM. Trabalhou de forma ininterrupta no Grupo Comunique-se durante 11 anos, período em que foi de estagiário de pesquisa a editor sênior. Em maio de 2020, deixou a empresa para ser repórter do site da Revista Oeste. Após dez meses fora, voltou ao Comunique-se como editor-chefe, cargo que ocupa atualmente.

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