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Jornalistas relembram histórias e lamentam a morte de Bruno Covas

Prefeito de São Paulo morreu ao 41 anos, vítima de um câncer

A morte do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), impactou a imprensa. Desde a manhã do último domingo, 16, jornalistas usaram as redes sociais para relembrar histórias de bastidores envolvendo o político. Profissionais de comunicação também lamentaram a partida do tucano, que desde 2019 travava luta contra um câncer — que surgiu no esôfago e se espalhou para o fígado e para os ossos.

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Apresentador do ‘Pensando o Brasil’, talk show exibido pela TV CIEE, Adalberto Piotto relembrou da entrevista que realizou de forma virtual com o então candidato à reeleição à prefeitura de São Paulo, em novembro do ano passado. O jornalista destacou que, antes da gravação, Covas prestou atenção em um detalhe e aproveitou para descontrair.

“Nos bastidores, antes da entrevista, que também existem numa gravação por Zoom, devido ao distanciamento social, bem humorado, ele me provocou com uma brincadeira: ‘e aí, Piotto, o século passado está pedindo ajuda para os millenials?’, caindo na gargalhada ao perceber que eu tinha pedido uma orientação para meu filho, que é estudante de audiovisual, para os últimos acertos técnicos antes da gravação”, afirmou Piotto.

Similar ao caso de Piotto, Fabíola Cidral relembrou de uma entrevista realizada com Bruno Covas. Conversa que ocorreu de forma um tanto quanto inusitada. Afinal, o então prefeito topou responder a questionamentos sobre os problemas da cidade durante um tour de bicicleta pelas ciclovias da capital paulista.

“O admirava pela sua inteligência, sagacidade e humor”

“Sempre antes da entrevista, ele brincava: ‘pega leve, Fabíola’. A melhor entrevista foi essa andando de bicicleta. Depois de insistir muito, ele aceitou o meu desafio de ir pedalar e conferir a situação das ciclovias. Depois disso, mandou arrumar boa parte delas”, escreveu a jornalista do UOL, mas que na época da entrevista era âncora da CBN. “O admirava pela sua inteligência, sagacidade e humor. O que mais me impressionava era a admiração de todos que trabalhavam com ele”, prosseguiu Fabíola.

Idealizadora do projeto A Vida no Centro ao lado de Clayton Melo, Denize Bacoccina foi outra a rememorar uma entrevista com Covas. No caso, ela usou o Facebook para destacar que em abril de 2019, seis meses antes do diagnóstico de câncer do prefeito paulistano, percebeu que o tucano era profundo conhecedor da região central da cidade que tinha a responsabilidade de administrar.

“Ele conhecia o Centro, sabia da sua importância e começou um movimento para ativar a região como um polo turístico e de empresas inovadoras. Infelizmente, a pandemia interrompeu esse processo”, pontuou Denize. “Nosso sentimento e solidariedade à família, especialmente ao filho Tomás, que tem que lidar com essa perda ainda tão jovem. Descanse em paz, Bruno Covas”, lamentou a jornalista.

Mais lembranças

Pelo Twitter, outros jornalistas lamentaram a morte de Bruno Covas. Marcio Spimpolo (Jovem Pan), Amanda Rossi (UOL), Marcelo Lins (GloboNews) e Marcelo Tas (TV Cultura) foram alguns dos profissionais que comentaram o assunto por meio das redes sociais.

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Anderson Scardoelli

Jornalista, 32 anos. Natural de São Caetano do Sul (SP) e criado em Sapopemba, distrito da zona lesta da capital paulista. Formado em jornalismo pela Universidade Nove de Julho (Uninove) e com especialização em jornalismo digital pela ESPM. Trabalhou de forma ininterrupta no Grupo Comunique-se durante 11 anos, período em que foi de estagiário de pesquisa a editor sênior. Em maio de 2020, deixou a empresa para ser repórter do site da Revista Oeste. Após dez meses fora, voltou ao Comunique-se como editor-chefe, cargo que ocupa atualmente.

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