AUDIÊNCIAS

“Em nome da Justiça”, Luiz Bacci amplia audiência da Record TV

ILANA CAZOY E LUIZ BACCI_ CREDITO ANTONIO CHAHESTIAN RECORD TV - 'EM NOME DA JUSTIÇA' - audiência
Ilana e Bacci: dupla à frente de nova atração da Record TV. (Imagem: Antonio Chahestian/Divulgação Record TV)

Novo programa da emissora se dedica a relembrar e discutir crimes que marcaram o país e agitaram o poder Judiciário

‘Em Nome da Justiça’ estreou na Record TV na quinta-feira, 30 ,e foi bem na audiência. O apresentador Luiz Bacci forma parceria com a comentarista Ilana Casoy

Colocar em pauta “crimes polêmicos que marcaram o Brasil e que discutem a culpa ou inocência dos acusados”. Esse é o objetivo do ‘Em Nome da Justiça’, nova atração produzida e exibida pela Record TV. Em formato de série, o programa teve o seu primeiro capítulo exibido na noite de quinta-feira, 30. O jornalista Luiz Bacci e a criminóloga Ilana Casoy formam à dupla à frente do projeto — que começou indo bem na audiência.

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Previsto para contar com 12 edições, ‘Em Nome da Justiça’ estreou relembrando um caso de assassinato. O novo programa da Record TV abordou o dos ciganos Vera Petrovitch e seu filho, Pedro. Os dois chegaram a ser acusados e presos pelo assassinato de uma menina de 9 anos. Ocorrido na cidade de Quatro Barras (PR) em 2006, o crime tomou outro rumo no tribunal — o que fez a equipe da emissora ir atrás da história.

Experiente na televisão, inclusive seguindo como titular do ‘Cidade Alerta’, Luiz Bacci elogiou o desempenho de sua mais nova colega de trabalho. Para ele, Ilana Casoy é a protagonista da atração semanal. “A grande estrela do programa é o trabalho dela, investigando pessoalmente os casos e as conclusões que chegou. Eu sirvo só como um questionador das provas e coordeno a orquestra que vai ser apresentada. O conteúdo é embasado nos estudos da Ilana”.

“O conteúdo é embasado nos estudos da Ilana”

Os estudos da criminóloga vão além da televisão e do novo programa da ‘Record TV’. A comentarista do ‘Em Nome da Justiça’ é autora de duas obras que contam a história da assassina Suzane von Richthofen. Ilana Casoy escreveu os livros O Quinto Mandamento (2009) e Casos de Família – Arquivos Richthofen e Arquivos Nardoni (2016). No mundo do cinema, ela assina o roteiro dos filmes A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou os Pais, que devem ser lançados no fim do ano.

“Ilana vai ser muito comentada, está num ano muito promissor”, aposta Luiz Bacci sobre a comentarista de ‘Em Nome da Justiça’, conforme destaca reportagem do R7.com. “É a maior estudiosa de crimes do Brasil, agrega muito ao programa, traz credibilidade e tem conhecimento de causa”, complementa o apresentador da Record TV.

Bem na audiência

A mais nova aposta do jornalismo da Record TV foi bem junto ao público telespectador. Ao menos em sua primeira exibição. O programa de estreia do ‘Em Nome da Justiça’ fez a audiência do canal subir em 26% no horário. Com a história dos ciganos, a atração registrou 6,5 pontos de média, segundo dados do Ibope relativos à praça Grande São Paulo. Durante o tempo em que esteve no ar, das 22h30 às 23h23, o conteúdo teve share de 10,5% e alcançou pico de 11 pontos.

Em termos de audiência, o dia foi duplamente bom para Luiz Bacci. Jornalístico conduzido por ele no fim de tarde, o ‘Cidade Alerta’ bateu recorde na quinta, 30. Também considerando os números do Ibope para a Grande São Paulo, o programa bateu recorde no ano. Superou, no confronto direto, o SBT. Na média ao longo da atração, exibida das 16h52 às 19h45, a Record fez 10,3 pontos contra 7,4. Ainda alcançou pico de 12 pontos e share de 17%.

SOBRE O AUTOR

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Anderson Scardoelli

Orelhudo, observador e contador de histórias. Não necessariamente nessa ordem. De sua querida Estância Turística de Sapopemba, na zona leste de São Paulo, para o mundo. Graduado em jornalismo pela Uninove e com especialização em jornalismo digital pela ESPM, mas gosta mesmo de dizer que foi formado pelo Comunique-se. Trabalha na empresa há mais de 10 anos, indo de estagiário de pesquisa a editor sênior. No meio do caminho, foi estagiário de redação, trainee, subeditor, editor júnior e editor pleno. Gosta de escrever e de falar sobre (adivinhem?) jornalismo!

2 Comentários

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  • SOCORRO! MEU PAI TEM CÂNCER E HOSPITAL NÃO ATENDE POR CAUSA DO COVID- 19

    Boa tarde!

    Me chamo Renyer. Eu, minha irmã e minha mãe estamos tentando atendimento para meu pai no Hospital Heliópolis onde ele já se trata de um câncer, mas não estamos conseguindo!

    Já foi feito a biópsia e nada está sendo feito. Foi feito um tratamento de radioterapia nele com 35 sessões e deram alta, deram alta sem ter feito tomografia, o câncer não tinha saído, não teve efeito a radioterapia.

    Ele está literalmente definhando em casa e no hospital dizem que só irão atender em julho mas ele não irá suportar até lá certamente!

    Nos ajude por favor! Ele precisa de cirurgia para retirada do tumor e tratamento, está com 47kg e 1.80 de altura. Socorro por favor, não sei mais o que fazer para salvar a vida do meu pai, me ajuda pelo amo de Deus!

    Não temos recursos financeiros para internação e tratamento!

    Grato!

    Erika Rezende 11 98444 8203
    Renyer Rezende 11 98015 4616

  • É incrível como a lei tem horas que é incompetente eu mesmo falo por mim há três anos atrás eu fui preso por causa de uma arma que não era nem minha e nem tava no meu carro tava no carro de uma pessoa que eu peguei carona provei que a manu era minha fiquei oito meses preso fui absolvido mas a pessoa e o dono do carro foi reconhecido por roubos que tinha acontecido e ficou preso depois saiu depois de 10 anos atrás teve uma nova audiência e o meu nome ficou junto por causa do roubo dele depois de 10 anos atrás eu provando a minha opção pela arma e pelos roubos que tentar jogar em mim assim mesmo uma juíza me condenou pelo reconhecimento de uma senhora que falava que parecia comigo sendo que a outra vítima que era duas uma era uma senhora e a outra era filha a filha falou que não era eu e a mãe sendo senhora falou parece com ele mas ele estava sem barba sendo que a primeira vez a 10 anos atrás quando eu fui para delegacia por causa do da arma dentro do carro e tudo o que aconteceu eu sempre tive barba foi um erro que até hoje eu estou recorrendo tô correndo das pelo erro por causa da juíza não se esforçar para entender e ver se tinha erro ou se a vítima tinha razão não quis trabalhar essa é a verdade que condenar o mais fácil sem saber como em prejudicar ou porque eu trabalhava como motorista tinha minha casa tinha meu carro perdi tudo posso perder até a minha carreira porque nenhuma transportadora contrataria uma pessoa com passagem e até hoje eu tento provar eu condenado posso a qualquer momento ser preso por uma coisa que não fui eu