OPINIÃO

O livro que mudou a vida de uma jornalista

o livro que mudou a minha vida - marina machado - no pais das sombras longas
(Imagem: Claudinei Matosão)

Articulista-parceira do Portal Comunique-se, a jornalista Marina Machado fala do livro que mudou a sua vida. No país das sombras longas entra na pauta do ‘Palavras Cruzadas’

“Corujas queridos, esse livro é um presente. Nunca mais fui a mesma depois dele. Marcou a minha alma”.

São com essas palavras que Marina Machado apresenta a obra da vez do ‘Palavras Cruzadas’. No país das sombras longas, romance de Hans Ruesch, é analisado pela jornalista. A ficção foi lançada originalmente em 1974.

“O livro de hoje é o que mais mexeu comigo. E eu nem sei faz quanto tempo. Porque eu nunca senti o que senti quando li esse livro. Nuca na minha vida eu fui mexida por um livro como esse aqui”, reforça.

Marina Machado revela, ainda, que só resolveu dar vez ao conteúdo escrito por Ruesch devido à insistência por parte de seu marido, o também jornalista Tiago Toricelli. “Ouvindo há séculos do meu marido: ‘leia esse livro, leia esse livro'”. “Devia ter lido antes!”, confidencia.

“Passei a ter agora um novo ser ao meu lado, que é a ideia do personagem principal”.

Assista ao novo vídeo do Palavras Cruzadas:

Mais ‘Palavras Cruzadas’ no Portal Comunique-se:

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Imagens: Claudinei Matosão
Edição: eu mesma (Marina Machado)

SOBRE O AUTOR

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Marina Machado

Jornalista, mãe, esposa, cozinheira amadora, violoncelista que não sai da estaca zero e leitora apaixonada. Adora viajar pelo mundo e se aventurar em cachoeiras e trilhas. Também adora cinema, séries de televisão, paraquedismo, vinhos, e, apesar de não ser médica, tem muita paixão pela área da saúde. Trabalha com televisão desde 1998, tendo iniciada a carreira na TV Bandeirantes e somando passagens por Record TV e TV Globo ('Auto Esporte'). É, desde 2008, repórter do 'Jornal da Band' e apresentadora eventual dos noticiários da emissora. Já cobriu eventos internacionais, eleições, acontecimentos históricos e conheceu um número incontável de pessoas que jamais teria contato não fosse a minha nobre profissão como repórter.

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